Duas camadas complementares de governança sobre o comportamento da inteligência artificial nas jornadas reais com clientes: um diagnóstico independente da exposição e uma auditoria contínua que interrompe a IA no instante do risco crítico.
Plataformas de governança controlam os sistemas de IA.
Guardrails protegem a execução da IA.
A Une.cx governa o comportamento produzido nas interações reais.
As plataformas de AI Governance governam o sistema de IA como ativo corporativo. Os guardrails protegem a execução em runtime. A Une.cx governa a interação produzida por esse sistema como evento de negócio, a unidade onde o risco efetivamente se materializa diante do cliente.
Holistic AI e, mais recentemente, Credo AI começam a avançar sobre parte desse terceiro espaço. Nossa defesa competitiva é a unidade de análise: não verificamos apenas se o agente estava autorizado a agir, e sim se aquilo que ele disse, decidiu ou fez foi adequado àquela interação específica.
Registro, políticas, aprovações, frameworks e evidências do sistema como ativo da organização. Pergunta central: esta IA está registrada, aprovada e aderente às políticas?
Inspeção de prompt, resposta, chamada de ferramenta e acesso em runtime. Pergunta central: esta execução apresenta ameaça, conteúdo inadequado ou violação de uma regra de segurança?
Pergunta central: o que a IA efetivamente disse, decidiu, recomendou, prometeu, fez ou deixou de fazer foi adequado àquele contexto, às regras daquele negócio e às responsabilidades da organização?
Uma arquitetura protegida ainda pode produzir alucinações, respostas inadequadas ao contexto, condições comerciais não autorizadas e falhas de escalonamento para atendimento humano.
Condições comerciais não autorizadas, prazos inexistentes, interpretação incorreta de política interna e obrigações assumidas sem aprovação.
Uso de dados pessoais fora da finalidade, revelação em contexto indevido e respostas sem rastreabilidade suficiente.
Viés, tratamento inconsistente ou discriminatório, decisões sem explicabilidade e ausência de responsabilidades humanas definidas.
Sinais de vulnerabilidade não reconhecidos e situações críticas mantidas em atendimento automatizado quando a intervenção humana seria necessária.
O mesmo objeto de análise, o comportamento nas interações reais, em duas temporalidades diferentes. Alterne entre elas.
Uma fotografia qualificada da exposição real da sua IA, construída a partir de interações que já aconteceram. Não interrompe nada e não monitora ao vivo: revela o que estava, até agora, invisível.
O que o Scan analisa
O que o Scan não é
Não é uma fotografia do passado: é a operação sendo observada agora. O Auditor acompanha cada interação no instante em que ela acontece e interrompe automaticamente a IA quando identifica risco crítico.
O que o Auditor faz
Simulação ilustrativa do fluxo de classificação e interrupção.
O diagnóstico é o ponto de partida. A partir dele, a organização identifica prioridades, implementa ações de mitigação e estabelece o monitoramento contínuo para manter a IA segura, responsável e em conformidade.
Governança de IA não se sustenta em discurso. Estas são as verificações externas, os compromissos públicos e os reconhecimentos que respaldam o nosso trabalho.
Reconhecimento nacional ao caráter inovador do projeto, concedido pela agência brasileira de fomento à inovação.
Sistema de gestão de inteligência artificial, o primeiro padrão internacional dedicado à governança de IA.
Sistema de gestão de segurança da informação, aplicado ao tratamento das bases analisadas.
Selecionada como empresa acelerada pela EY no programa Winning Women, dedicado a negócios liderados por mulheres.
Signatária dos princípios de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção.
Estudo técnico-científico sobre governança de IA em empresas brasileiras, com mais de 22 mil interações reais auditadas.
Definimos juntos área, volume estimado, canais analisados, responsáveis técnicos e cronograma. Em seguida, a Casa Une fornece o modelo de matriz de carga e orienta o envio da base para início do diagnóstico.